Juventude

Toda a Criação é um ato de amor e misericórdia

Ao longo da história, inúmeros foram os momentos em que a Igreja Católica, através de sua Doutrina Social, clamou à comunidade de fé a necessidade de se reportar ao cuidado com o meio ambiente. O Sumo Pontífice, Papa Francisco, em 2015 lançou a Encíclica “Laudato Si”, em português “Louvado Sejas”, conduzindo profeticamente a Igreja a refletir sobre os desafios da responsabilidade com o futuro da Casa Comum.

Nosso referencial, Jesus Cristo, em seu ministério, nos ensinou a valorizar os elementos naturais da vida, como quando instruía seu povo através de parábolas fazendo referência à natureza (cf. Mt 13,1-9, Mc 4,3-9 e Lc 8,4-8). Inspirado pelos ensinamentos de Cristo, o evangelista São Lucas ensina que “longe de se tornar escravo das coisas, o discípulo de Cristo deve saber servir-se delas para criar partilha e fraternidade” (cf. Lc 16,9-13). Desse modo, para permanecer desfrutando as riquezas da natureza o homem deve repensar a forma como a tem tratado.

A identidade do jovem está intimamente ligada em sua relação com o mundo, em profundidade trata-se do cuidado com as obras de amor construídas por Deus para servir seus filhos e filhas. Portanto, o desleixo do ser humano com a natureza caracteriza o exercício de desatenção a um dos princípios base da Doutrina Social da Igreja: o da solidariedade. Existe uma responsabilidade social entre todos os indivíduos e, por conseguinte, tal responsabilidade se estende ao meio ambiente, entretanto, por vezes essa premissa é ignorada.

Temos muito a refletir sobre o assunto. Por isso, fica o convite para sua leitura ao artigo completo que você encontra na edição impressa da Revista Cristo Rei (agosto/2019).

 

Thaís Cristina Coelho

Integrante da coordenação diocesana da Pastoral da Juventude